Frase de amigo
"Repaginou o Blog. Repaginou a vida." - Silvio Afonso
terça-feira, 1 de novembro de 2011
domingo, 30 de outubro de 2011
Campinas/SP
Maridão, eu, a filha e uma pequena turma fizemos um Passeio Cultural pela nossa cidade, Campinas/SP, patrocinado pela Secretaria de Turismo.
E aí pude captar algumas imagens interessantes dos prédios históricos da cidade.
Monumento às Andorinhas - Lélio Collucini
Antiga Cadeia Pública
Mercado Municipal, estilo mourisco
Eu e minha filha ao lado da Biblioteca Municipal
E aí pude captar algumas imagens interessantes dos prédios históricos da cidade.
Monumento às Andorinhas - Lélio Collucini
Restaurante Giovannetti, Cambuí
Antiga Estação Ferroviária, em estilo inglês
Antiga Cadeia Pública
Mercado Municipal, estilo mourisco
Escola Francisco Glicério, primeiro
Grupo Escolar de Campinas, obra de
Ramos de Azevedo
Catedral Metropolitana de Campinas
Antiga residência localizda na área central
Escola Preparatória de Cadetes do Exército, localizada no bairro Jardim Chapadão, um dos mais bonitos de Campinas.
Janela envelhecida pela ação do tempo
Aguardando o pessoal para o passeio
Eu e minha filha ao lado da Biblioteca Municipal
O Halo solar nesta linda manhã!
Viva a Vida!
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
Cabeceira de cama que virou peça indiana
Antes de reciclá-la, passei numa marcenaria
e pedi para que cortassem os pés da peça.
Para minha surpresa, fiquei sabendo que a madeira da cabeceira era excelente!
Canelão é o seu nome.
Observando a peça com cuidado, vi que ela podia ser transformada em algo que lembrasse a velha Índia. Tendo em mente as cores e o tipo de mobiliário indiano, coloquei as mãos na massa. E assim nasceu "Shiva"em homenagem ao Deus da Transformação.
Namastê!
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
Vaso de cerâmica com cara de peça encontrada em ruínas
Gosto do efeito da pintura desgastada, repleta de musgo, trincada, arranhada, manchada.
Quanto mais natural parecer, mais bonita é para mim.
Outras imagens que aprecio muito são aquelas encontradas nos antigos objetos de cerâmica, peças descobertas entre velhas ruínas, enterradas por séculos, milênios.
Quanto mais natural parecer, mais bonita é para mim.
Outras imagens que aprecio muito são aquelas encontradas nos antigos objetos de cerâmica, peças descobertas entre velhas ruínas, enterradas por séculos, milênios.
E foi pensando nisso que criei o meu:
VASO DE CERÂMICA BY RUÍNAS
Viva a Vida!
domingo, 23 de outubro de 2011
Moldura "Saraswati" ou "Sarasvati"
A peça nasceu do encosto de uma antiga cadeira, prestes a ser queimada...
Resgatada a tempo por mim, o encosto foi transformado numa moldura com referências retiradas da velha Índia.
Depois de pronta, coloquei a imagem de Buda no interior da peça, e finalizei com uma Flor de lótus, símbolo da Deusa Saraswati e do Budismo.
Batizei a peça com o nome da deusa indiana Saraswati, a Deusa das Artes.
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
WABI SABI - Aprendendo a ver o invisível
Simplicidade
Sempre comento que sou uma pessoa simples, portanto, gosto de coisas simples.
Meu estilo preferido na decoração é o rústico mesclado com oriental com toques do barroco mineiro.
Peças luxuosas, de marca, não me deixam deslumbrada, embora também sei reconhecer a beleza/valor de tais.
O que me deixa excitada, na verdade, são as peças simples, feitas de madeira, cerâmica, palha, barro, pedras, conchas, materiais extraídos da natureza. De preferência aquelas com aparência gasta, nada certinhas.
Essas imagens me dão prazer, me fazem refletir muitas coisas, pois vejo beleza e profundidade além de suas formas imperfeitas.
Coincidentemente, encontrei um texto que diz tudo o que penso sobre a SIMPLICIDADE na decoração.
Não somente no sentido físico, mas espiritual.
***
WABI SABI- Aprendendo a ver o invisível
Tentar definir o que é wabi sabi em termos físicos seria como explicar o sabor de um pedaço de chocolate pela sua cor e forma a alguém que nunca o experimentou
.O que é Wabi Sabi?
Pergunte para um japonês e haverá um longo silêncio. Faça a mesma pergunta para um americano e ele responderá rapidamente – “É a beleza das coisas imperfeitas!”
Por que os japoneses relutam na hora de responder sobre o significado de Wabi Sabi? Estariam eles procurando por uma resposta diferente ?
Kakuzo Okakura, autor do clássico The Book of Tea, tenta traduzir – “ como se fosseo avesso de um brocado, todas as linhas estão lá, mas não a sutileza da cor e do desenho.
Os ocidentais tendem a associar wabi sabi a características físicas como imperfeição, rusticidade, velho ou gasto, etc. Embora Wabi Sabi até engoble essas qualidades, essas não são nem suficientes nem adequadas a essência do conceito.
Wabi Sabi não está atrelado rigidamente a uma lista de traços físicos. Ao contrário disso, é uma consciência profunda que transcende a aparência estética. Pode ser sentido, raramente verbalizado e muito menos definido. Se você focar o físico, verá somente o avesso do brocado e sua beleza real permanecerá escondida.
Para se ver a verdadeira essência deve-se olhar além das aparências.
TIM Wong, Ph.D. & Akiko Hirano, Ph.D.
Entre dez pessoas, nove poderão encarar uma velha peça de madeira ou um monte de areia socado no pote de vidro, como simples tranqueiras. Uma apenas será capaz de ver alguma profundidade nisso tudo. Não é nem uma questão cultural, penso eu, mas o fator de ter ou não ter a plena sensibilidade!
Afinal:
"Para se ver a verdadeira essência deve-se olhar além das aparências"
Tim Wong
Sempre comento que sou uma pessoa simples, portanto, gosto de coisas simples.
Meu estilo preferido na decoração é o rústico mesclado com oriental com toques do barroco mineiro.
Peças luxuosas, de marca, não me deixam deslumbrada, embora também sei reconhecer a beleza/valor de tais.
O que me deixa excitada, na verdade, são as peças simples, feitas de madeira, cerâmica, palha, barro, pedras, conchas, materiais extraídos da natureza. De preferência aquelas com aparência gasta, nada certinhas.
Essas imagens me dão prazer, me fazem refletir muitas coisas, pois vejo beleza e profundidade além de suas formas imperfeitas.
Coincidentemente, encontrei um texto que diz tudo o que penso sobre a SIMPLICIDADE na decoração.
Não somente no sentido físico, mas espiritual.
***
WABI SABI- Aprendendo a ver o invisível
Tentar definir o que é wabi sabi em termos físicos seria como explicar o sabor de um pedaço de chocolate pela sua cor e forma a alguém que nunca o experimentou
.O que é Wabi Sabi?
Pergunte para um japonês e haverá um longo silêncio. Faça a mesma pergunta para um americano e ele responderá rapidamente – “É a beleza das coisas imperfeitas!”
Por que os japoneses relutam na hora de responder sobre o significado de Wabi Sabi? Estariam eles procurando por uma resposta diferente ?
Kakuzo Okakura, autor do clássico The Book of Tea, tenta traduzir – “ como se fosseo avesso de um brocado, todas as linhas estão lá, mas não a sutileza da cor e do desenho.
Os ocidentais tendem a associar wabi sabi a características físicas como imperfeição, rusticidade, velho ou gasto, etc. Embora Wabi Sabi até engoble essas qualidades, essas não são nem suficientes nem adequadas a essência do conceito.
Wabi Sabi não está atrelado rigidamente a uma lista de traços físicos. Ao contrário disso, é uma consciência profunda que transcende a aparência estética. Pode ser sentido, raramente verbalizado e muito menos definido. Se você focar o físico, verá somente o avesso do brocado e sua beleza real permanecerá escondida.
Para se ver a verdadeira essência deve-se olhar além das aparências.
TIM Wong, Ph.D. & Akiko Hirano, Ph.D.
Algumas características da estética do Wabi Sabi são assimetria, aspereza, simplicidade, modéstia, intimidade e também sugere um processo natural
Afinal:
"Para se ver a verdadeira essência deve-se olhar além das aparências"
Tim Wong
domingo, 9 de outubro de 2011
Decoração indiana
A velha Índia sempre chamou minha atenção desde criança.
Seu povo, sua cultura, suas cores, seus deuses e deusas, a música, a religião, as lindas vestimentas, os belos e imensos palácios, os templos sagrados e os objetos decorativos que enchem os meus olhos com sua beleza magnífica!
Como sempre digo, não é preciso "copiar" a decoração por inteira de um determinado aposento, basta captar detalhes, nem que seja um.
Seu povo, sua cultura, suas cores, seus deuses e deusas, a música, a religião, as lindas vestimentas, os belos e imensos palácios, os templos sagrados e os objetos decorativos que enchem os meus olhos com sua beleza magnífica!
Como sempre digo, não é preciso "copiar" a decoração por inteira de um determinado aposento, basta captar detalhes, nem que seja um.
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